Histórias com números, não adjetivos
Quatro clientes, quatro provas
Cada história resolve um medo diferente: perder o catálogo, perder direitos, perder a data, perder a conta.
NovaOnda: o catálogo inteiro, de uma vez
O selo de Caio Ferraz migrou o catálogo completo de outra distribuidora em lote, com cronograma coordenado. ISRCs preservados, faixas no ar durante toda a troca e relatório de conferência faixa a faixa antes de encerrar o contrato antigo.
K. Prado: obra e fonograma juntos
Produtor com participação em dezenas de faixas alheias, ele registrou obras e fonogramas na mesma conta, com cada split documentado antes de a faixa render e cada crédito rastreável nas plataformas.
Marés: o QC que segurou o lançamento
O QC pegou clipping no master horas antes da entrega. A banda corrigiu, reenviou sem custo e a faixa entrou no ar na data marcada, perfeita em todas as plataformas, em vez de errada em 150.
Lu Andrade: relatórios que batem
Gestora de um acervo com dezenas de artistas, ela trocou cinco extratos incompatíveis por um consolidado mensal. Cada faixa, cada plataforma, cada centavo com origem identificada.
Os números dessas histórias
O que se repete em todas elas
Perfis diferentes, o mesmo diagnóstico: o problema era falta de estrutura, nunca falta de talento.
“Eu esperava perder alguma coisa na migração. Todo mundo perde. Veio o catálogo inteiro, com ISRC, histórico e crédito no lugar. Nunca vi o meu catálogo tão organizado quanto no relatório de conferência.”
Perguntas sobre as histórias
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Pronto para lançar?
Comece com um single ou migre um catálogo inteiro. Estrutura desde o primeiro dia.
É um selo com catálogo grande? Veja como funciona a migração